domingo, 17 de agosto de 2008

Oi? Como assim?

Momento quequéisso?! do dia:

Ele come feito um boi
Para suportar o seu espartano programa de treinamento – que prevê cinco horas de exercícios, dentro e fora da piscina, seis dias por semana –, Michael Phelps ingere inacreditáveis 12.000 calorias diárias

O cardápio de Phelps

Café da manhã
3 sanduíches de ovos fritos, queijo, alface, tomate, cebola frita e maionese
2 xícaras de café
1 omelete com 5 ovos
1 tigela de cereais
3 fatias de french toast com açúcar
3 panquecas com pedaços de chocolate

Almoço
1 pacote de macarrão
2 sanduíches de presunto e queijo
Bebida energética com 1.000 calorias

Jantar
1
pacote de macarrão
1 pizza inteira
Bebida energética com 1.000 calorias

Isso equivale:
Ao que 5 homens comem por dia
À metade do consumo calórico diário de um boi em regime de engorda
A tudo que a modelo inglesa Kate Moss come em 15 dias


(Fonte: Revista Veja - 20 de agosto de 2008)


Agora vem a pergunta: COMO FAZ?!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

As minhas melhores amigas

As minhas melhores amigas, quando lerem isto, saberão que é delas que eu estou falando.
As minhas melhores amigas são demais. São inteligentes, queridas (por todos), engraçadas e conselheiras.
As minhas melhores amigas são (muito) lindas, fortes, determinadas e batalhadoras. São sensíveis, meigas, são meninas e são mulheres.
As minhas melhores amigas são companheiras, divertidas, sonhadoras e muito, muito fofas.
As minhas melhores amigas adoram virar a noite dando risada. Também adoram ajudar, dar apoio e estender a mão bem na hora em que você precisa.
As minhas melhores amigas adoram(avam) boy bands, ataques groupies e ler agendas durante as aulas (como eu).
As minhas melhores amigas me fizeram (e fazem) rir e chorar. Me fizeram surpresas, me deram momentos e construíram histórias comigo.
As minhas melhores amigas acreditam nos meus sonhos. Fazem parte do meu coração. Ajudaram a construir o que eu sou hoje.
As minhas melhores amigas são muito especiais, são muito legais, são muito tudo.
As minhas melhores amigas gostam de mim e eu fico orgulhosa de mim mesma por isso.
As minhas melhores amigas me contam tudo, e eu conto tudo pra elas (mesmo que por pensamento em algumas vezes...)
As minhas melhores amigas são minhas melhores risadas.
As minhas melhores amigas são minhas irmãs porque nós quisemos assim.


E é por isso que distância é uma droga muito grande.
Mas, pra mim, nada mudou. A gaveta de vocês no meu coração continua, como sempre, gigante. Nada vai ser diferente. Deixa os anos passarem! Um, dois, cem, mil.

Vocês são minhas melhores.
E, por vocês, eu continuo comprando briga.
Pra sempre, loucamente.


sábado, 9 de agosto de 2008

Cinema BRASILEIRO (e Bienal do Livro!)

A intenção inicial era comentar os três ótimos filmes que eu assisti esta semana, mas descobri uma coisa muito legal agora, que me deixou super super super eufórica, e que eu quero compartilhar com vocês:

Dia 14 de agosto, quinta-feira da semana que vem, começa a 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, evento que por si só já me deixa empolgadíssima. Vai acontecer lá no Parque do Anhembi, em Santana. É um lugar enoooorme, bem bacana pra ser sede da Bienal (em 2006 foi lá também). É só ir de metrô até a estação Tietê e de lá pegar um ônibus gratuito até o Anhembi.


Vale muito a pena ir até a Bienal. Ver aqueles milhares de livros já é bem mágico, e melhor ainda são as compras produtivas que você pode fazer. Em 2006 comprei um monte de livros clássicos (Os Maias, Dom Casmurro, O Fantasma da Ópera, Helena...) por R$ 3,00 cada. E o ingresso custa R$ 10,00, ou seja, R$ 5,00 pra nós, estudantes :D

Fora tudo isso, acabei de descobrir uma coisa fuçando a programação no site da Bienal:

Autógrafos:
Dia 21/08 - Biografia Prematura e Liberdade de Imprensa - O Cinema de Intervenção: Fernando Meirelles


Ok. Morri. Estou oficialmente morta.



Eu fico naquela Bienal até as 3 da manhã se precisar pro Fernando Meirelles (!!!!!) autografar um livro meu.


----------


A Marília Pêra também vai estar lá autografando o Cartas a Uma Jovem Atriz, livro que eu já estou terminando de ler. Queria MUITO que ela autografasse o meu, mas ela vai num sábado (grrr) e de sábados eu me encontro no km 100 da Rodovia Castelo Branco (vulgo Estância Turística de Itu).


----------


Passada a euforia da idéia de pensar em ver o Fernando Meirelles pessoalmente (aaai), queria comentar os filmes que assisti esta semana:

O primeiro que vi não é brasileiro, mas vale o comentário por ser de uma sensibilidade incrível: O Escafandro e a Borboleta (Le Scaphandre Et Le Papillon, França/EUA, 2007), de Julian Schnabel, conta a história de um homem que, após sofrer um derrame, fica com todo o corpo paralizado, conseguindo movimentar só seu olho esquerdo. Nessa nova condição, ele tenta aprender algo que nunca lhe pareceu tão difícil antes: viver.


Fui convidada para uma cabine do filme Nossa Vida Não Cabe Num Opala (Brasil, 2008), filme baseado na peça Nossa Vida Não Vale um Chevrolet, de Mario Bortolotto. Foi beeem legal. O diretor, Reinaldo Pinheiro, estava lá e conversou com a gente sobre o filme, o processo de montagem e a luta que é fazer um longa no Brasil. O filme tem atores ótimos, como o Milhem Cortaz (que fez Tropa de Elite e agora está no ar na novela Chamas da Vida, da Record), o Jonas Bloch e a Maria Luiza Mendonça, e ainda tem a Marília Pêra e a Dercy Gonçalves fazendo participações especiais. Conta a história de uma família paulistana de classe baixa totalmente corrompida que, mesmo após a morte do pai, não consegue se livrar de seu modo de vida antigo. Tem cenas bem fortes, muitos palavrões (óbvio, filme brasileiro que não envolve a Xuxa nem o Didi) e cenas de sexo (dãh, idem), mas vale a pena assistir. É real, é jovem e, acima de tudo, é brasileiro. Para que o filme não saia de cartaz muito rápido, precisa de 5 mil espectadores na primeira semana. Não custa nada ajudar, né gente. Estréia dia 15 de agosto.


E, por último, fui assistir Era Uma Vez... (Brasil, 2008), filme de Breno Silveira, o mesmo diretor de Dois Filhos de Francisco, com o Thiago Martins e a Vitória Frate, atriz que eu não conhecia ainda. O filme traz a proposta de um enredo que mostre uma versão contemporânea de Romeu e Julieta. Ficou muito fofo, gostei bastante também. Li algumas críticas dizendo que o final é fraco. Nao achei, afinal ele cumpre aquilo a que se propõe...


Esse post deve ter ficado enorme...

Odeio vida de dona de casa

- Faz almoço!
- Ok, faço, de boa. (Vou para a cozinha)
- Owwww Fernanda, vem cá!
- Fernnaaaaaaaanda, vem aqui.
- Que foooi?
- Ah não, nada de gritar. Ou ela vem aqui ou você vai lá ver o que ela quer.
- Fernandá, esse computador tá ligado faz mil séculos. Vou usar seu notebook.
- Usa, mas deixa o computador lá.
Faz salada. Faz arroz. Esquenta tudo. Faz hamburger.
- Fernanda, por que seu notebook está assim?
- Queimou o hamburger? Ah, Fernanda, você esqueceu?!
- Por que seu notebook tá assado?
Já esfriou tudo. Esquenta tudo de novo.
- Seu notebook não escreve! FERNANDAAAA? Tô te chamando meu!

...

- Gente, vem almoçar.
- Já vou.
- Agora não, peraê.




Só pra deixar registrado - agora eu entendo as mães.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

With A Little Help From My Friends

Do you need anybody?


I need somebody to love!


Could it be anybody?


I want somebody to love!


(hehehe)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Segunda-feira

Dia de fim de férias
1
Dia de começar dieta
1
2
Dia de assistir novela
1
2
3
Dia de voltar a estudar
1
2
3
4
Dia pra começar tudo de novo
1
2
3
4
5
Dia útil
1
2
3
4
5
6
Dia inútil
1
2
3
4
5
6
7
Dia de ir
1
2
3
4
5
6
7
8
Dia de chegar
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Dia de fazer
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Dia de morrer
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Dia de nascer

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Ele, um ator sem vaidade


Ontem fui assistir Batman - O Cavaleiro das Trevas. Fora a confusão que deu (meu amigos atrasados - que me esperaram para entrar - achando que eu não tinha entrado - coisa que eu, também atrasada, ja tinha feito), foi bem proveitoso. Apesar de não ser muito fã de filmes que dão... susto (e esperando que esse não desse), eu precisava conferir se aquilo fazia tanto barulho quando estavam anunciando por aí.

Gostei muito das atuações... a do Christian Bale, como o Batman (as vozes que ele dá ao homem e ao herói são tão diferentes que marinheiros de primeira viagem demoram um pouco para perceber que se trata da mesma pessoa), do Morgan Freeman, do Gary Oldman, da Maggie Gyllenhaal (essa deve agradecer ao papai do céu todas as noites por seu talento e pelo irmãozinho básico que tem)... É claro, é um filme hollywoodiano, mas vale a pena assistir pela super hiper mega ultra power produção, e por um algo a mais, que supera tudo o que eu acabei de falar...

... E é a esse "algo a mais" que eu dedico este post. Há bastante tempo atrás eu assisti o filme 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você e o coloquei na minha lista de favoritos. A minha cena predileta era quando o personagem principal, com seus cabelos compridinhos e desgrenhados, corria pela arquibancada do campo de futebol de sua high school cantando para a protagonista "I love you baaaaaby, and if it's quite all right, I need you baaaby..."... Era o Heath, o Heath Ledger, aquele ator que eu achava que só faria filmes adolescentes mas que mesmo assim também tinha sido incluído na lista de preferidos. A partir daí, eu acompanhava o que ele e a Julia Stiles (a 'mocinha' de 10 Coisas...) faziam de longe, via alguns filmes deles de vez em quando... Vi quando ele fez o caubói gay em O Segredo de Brokeback Mountain (com o Jake Gyllenhaal, o já citado irmão da Maggie, inclusive...)

Em janeiro, eu estava lendo alguns blogs aleatórios quando eu li um post lamentando a perda daquele jovem e talentoso ator. Como assim? Eu fiquei sem entender um tempão aquilo que eu estava lendo e fui direto pro Google procurar alguma coisa. Poxa vida, o Heath Ledger, reamente, tinha morrido. Com 28 anos de idade e tudo aquilo que ele tinha pra oferecer. Eu fiquei muito triste, muito mesmo. Pra quem ainda não sabe (eu já devo ter deixado isso claro aqui no blog, ou não, não sei), eu sou muito ligada em interpretação e afins. Como fazer teatro é aquilo que eu quero pro resto da vida - e por isso eu me interesso tanto por aqueles que o fazem - eu senti de verdade por todo aquele potencial ter sido desperdiçado. Fiquei com pena, por imaginar tudo o que ele estava vivendo, as confusões, as ilusões e os enganos que um homem-ator (que, muitas vezes, tem nada e tem tudo ao mesmo tempo) possui dentro de si. Disseram que a causa da morte de Heath foi uma "overdose acidental de medicamentos". Não sei, mas sei o que precocemente perdemos, mesmo sabendo que todos tem o seu momento certo de chegar e de ir embora e etc.

Em Batman, Heath está sensacional. Sem brincadeira, eu ficava vidrada nele, em todas as suas aparições. Não senti medo/ódio/raiva do Coringa, como a maioria disse sentir. Me apaixonei por aquela obra que esse ator construiu. O máximo que fiz, além de admirar aquele cara durante todo o filme, foi rir das piadinhas ácidas e da loucura do Coringa.

Lamento muito que o Heath não tenha podido presenciar o furacão de elogios que está sendo dado a ele, mas fico feliz por ele ter existido e por ter deixado escancarada o que é (e sempre vai ser) a arte.