quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Aos pés da diva

Ontem eu tive uma noite estrondosamente maravilhosa (adoro hiberbolizar as coisas - e inventar palavas que eu não sei se existem também). Li uma notícia no Metro de manhã e quase não acreditei nela: a minha cantora preferida, que eu amo, de quem eu sei quase todas as músicas de cor, de quem eu tenho trechos de letras espalhadas por todos os cantos, ia fazer a pré-estréia gratuita de seu documentário naquele dia mesmo, a noite, bem aqui na Avenida Paulista.

Era o lançamento do documentário O Mistério do Samba, que fala sobre a Velha Guarda da Portela, produzido pela cantora Marisa Monte.

Eu amo a Marisa Monte.

Caramba, foi muito bacana. Eu cheguei no Conjunto Nacional (onde foi a exibição) às 17h30, achando que ia poder ficar dando umas voltas na Livraria Cultura, já que os ingressos iriam começar a ser distribuídos só às 19h e a sessão seria às 20h. Até parece. Quando eu cheguei lá já tinha fila. Como fui sozinha, sentei no chão e fiquei minutos e minutos e minutos tentando me entreter pra que o tempo passasse rápido. Quando deu a hora, recebi meu ingresso, entrei na sala e sentei na segunda fila, beeeeem perto de onde ela ia ficar :B

O documentário foi muito bom. Lindo, delicado, super gostoso de ver, afinal, "quem não gosta de samba, bom sujeito não é"... Brincadeira, O Mistério do Samba é fofo mesmo. Assim que algum sambinha começava a tocar, todo mundo se mexia nas cadeiras, como numa coisa meio automática.

Depois da exibição a Marisa entrou, junto com dois produtores do filme prum debate. Meeeu, eu não consigo, ela é muito demais. Nossa!

Fui lá pra frente, quase nó pé do palco, tirar fotos dela (iééé, amo as super câmeras fotográficas da Cásper nessas horas!), e como todo mundo da imprensa tava ali, não estranharam que eu estivesse também. Acho que eu tirei milhares de fotos, um monte mesmo.

Ela ficou um tempo ali conversando com os espectadores e depois foi embora. Aí eu saí e uma moça da Natura me deu um perfume, Humor, de presente (hm, chato né) e eu fiquei mais contente ainda.

Peguei um táxi (tava morrendo de medo de não ter mais táxis e eu me ferrar o/) e voltei pra casa, feliz e cantando "ela que descobriu o mundo, e sabe vê-lo do ângulo mais bonitooo..."


Típica noite programada pra ser igual às outras que acaba sendo inesperadamente linda.


Um comentário:

Lidia Zuin disse...

ai eu tenho tanta preguiça de ir em evento em sp... mas vale a pena..vou começar a ser menos preguiçosa aeihuaeh